No trabalho conduzido por estudiosos da Universidade do Estado de Pensilvânia, nos Estados Unidos, 121 voluntários com elevada probabilidade de desenvolver a síndrome metabólica - condição que coloca o coração na corda bamba - foram convidados a incluir 40 gramas de um óleo na dieta.
Ao final do projeto, quem ganhou o azeite da canola em vez de misturas de óleo de linhaça e cártamo, por exemplo, viu a cintura afinar.
"Ficamos surpresos com a quantidade de gordura perdida em apenas quatro semanas", relata Penny Kris-Etherton, uma das experts que assinaram a análise.
Como secar a barriga acaba melhorando outros fatores que predispõem à síndrome, tais como a pressão arterial, o coleterol, a glicose e os triglicérides, o óleo seria um forte aliado para barrar a encrenca.
Além de fontes de ácidos graxos monoinstaurados, como é o caso do derivado da canola, redutos de fibras devem entrar na luta.
"Eles são capazes de reduzir a glicemia e o perfil lipídico", descreve Cíntia Cercato, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.
Fonte: Revista Saúde - Editora Abril

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